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Estamos famintos por startups brasileiras, diz investidor


, de EXAME.com

Getty Images

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O mercado brasileiro de startups cada vez mais desperta a curiosidade e o interesse dos investidores estrangeiros. Esta é a conclusão de Phil Wickham, presidente do Kauffman Fellows Programm, do Center for Venture Education, em Palo Alto, na Califórnia. Wickham é um investidor e empreendedor experiente do Vale do Silício que já investiu em mais de 30 startups, como Web Methods e Com21. Além disso, faz parte da Silicon Valley Association of Startup Entrepreneurs (SVASE). Neste ano, a Kauffman Fellows investiu 6 bilhões de dólares em novas empresas.

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Governo quer startups de defesa contra espionagem


Estratégia foi revelada com exclusividade ao Link por secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia em evento de cibersegurança na Coreia

21 de outubro de 2013 | 3h 12
Ligia Aguilhar, Enviada Especial / SEUL – O Estado de S.Paulo

O Brasil vai investir em startups para desenvolver novos sistemas na área de defesa e cibersegurança. Um novo edital do programa Start-Up Brasil, a ser lançado no início do ano que vem, vai incluir uma linha de financiamento especial para negócios nessas áreas, afirmou o secretário de Políticas de Informática do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgílio Almeida, em entrevista exclusiva ao Link durante a Conferência do Ciberespaço 2013, em Seul, na Coreia do Sul.

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São Paulo é o estado que acolhe o maior número de startups do País, aponta pesquisa


ESTADÃO PME » INFORMAÇÃO » NOTÍCIAS

Empreendedorismo| 16 de outubro de 2013 | 6h 39

Crescimento de cidades médias do Norte e Nordeste pode em breve modificar esse mapa

RODRIGO REZENDE, ESTADÃO PME

 

Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão
Grandes cidades atraem fundos de investimento

As regiões Sudeste e Sul são as que abrigam o maior número de startups e organizações que auxiliam o desenvolvimento dessas novas empresas no País. Pesquisa da Associação Brasileira de Startups, realizada entre seus associados, mostra que três estados respondem por 40% das startups.

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Senado aprova projeto isentando “startups” de impostos


Pelo projeto, as novas empresas de tecnologia podem receber isenção por dois anos, prorrogáveis por igual período, do pagamento de impostos federais

Ricardo Brito, do 

6 dicas para administrar melhor sua startup

 

De olho nas contas: para ser beneficiada, a empresa só pode ter receita bruta trimestral de até R$ 30 mil e no máximo quatro funcionários

Brasília – A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira, 01, por unanimidade projeto de lei que isenta as startups, as novas empresas de tecnologia, do pagamento de impostos federais por pelo menos dois anos. A proposta, que passou em caráter terminativo, seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados caso não haja recurso de senadores para levá-la à apreciação do plenário da Casa.

Pelo texto do senador Walter Pinheiro (PT-BA), relator da matéria, as startups podem ser enquadradas num regime especial de tributação, chamado de Sistema de Tratamento Especial a Novas Empresas de Tecnologia (SisTENET) e receber isenção por dois anos, prorrogáveis por igual período, do pagamento de impostos federais. Para estar nesse regime, ela só pode ter receita bruta trimestral de até R$ 30 mil e no máximo quatro funcionários.

Se a empresa inscrita no SisTENET ultrapassar esse limite de receita bruta trimestral, ela terá de comunicar sua saída do cadastro no prazo de 30 dias e a opção pelo Simples Nacional, sob pena de serem retiradas do sistema e multadas. As startups que também passarem por todo o período no regime especial podem optar por aderir ao Simples.

O projeto original, de autoria do senador Agripino Maia (DEM-RN), previa a isenção de impostos federais, estaduais e municipais. Mas uma emenda aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), colegiado por onde a proposta passou, retirou tal possibilidade. O argumento é o de que uma lei federal não poderia mexer em tributos de competência estadual e municipal.

Durante a sessão, o relator classificou como “ultrameritória” a apresentação do projeto. Para ele, o texto busca encontrar um equilíbrio no comércio com a redução da carga tributária. “No mérito, louva-se a iniciativa, pois são de conhecimento geral as crônicas dificuldades que as pequenas empresas do segmento de informática sofrem em nosso país, principalmente no aspecto concorrencial, tanto em relação às grandes empresas estabelecidas no Brasil quanto às empresas sediadas em outros países”, afirmou o petista, no parecer. Agripino Maia disse que seu projeto tem por objetivo atender a juventude pela via do “empreendedorismo”, com a aposta na capacidade criativa do jovem brasileiro.

 

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/senado-aprova-projeto-isentando-startups-de-impostos–2?utm_source=buffer&utm_campaign=Buffer&utm_content=buffer11def&utm_medium=twitter

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Empresa brasileira desenvolve solução de criptografia para e-mails


As revelações feitas pelo jornal britânico “The Guardian” sobre a espionagem do governo americano em e-mails de cidadãos comuns levam à criptografia para proteção dos e-mails – uma solução já em voga no mercado. Agora, a Hostnet, player brasileira, traz a tecnologia desenvolvida por aqui mesmo.

Cabe lembrar que a criptografia é um recurso que transforma a informação original em outra ilegível, podendo ser acessada apenas pelo destinatário que possui a chave criptográfica.

Em comunicado, a Hostnet explica que a tecnologia usada pela empresa consiste no protocolo TLS (Transport Layer Security) em seus servidores de e-mail. Ou seja, agora o acesso a caixa de mensagens dos seus clientes já pode ser criptografado, impedindo que o conteúdo das mensagens seja violado durante o envio e o recebimento.

“A tecnologia TLS também funciona entre provedores de e-mail, portanto, os clientes da Hostnet que trocarem mensagens com usuários de serviços de correio eletrônico convencionais que também suportem TLS, estarão protegidos desde o envio até o recebimento de suas mensagens”, diz a companhia, em comunicado. “Esse é um recurso gratuito oferecido para o cliente Hostnet. Para utilizar, basta habilitar o serviço no painel de controle.”

 

http://startups.ig.com.br/2013/empresa-brasileira-desenvolve-solucao-de-criptografia-para-e-mails/

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Dez perguntas para você se questionar antes de começar uma startup


Autor do livro Guia da Startup e diretor de desenvolvimento de produtos na Locaweb, Joaquim Torres montou sua primeira startup em 1992. Desde então está envolvido nesse universo que desperta interesse de quem pretende empreender. Para quem está em dúvida sobre uma oportunidade que pretende explorar, o especialista aponta dez perguntas para a tomada de decisão de seguir ou não em frente.

De acordo com Torres, as perguntas ajudam a entender melhor sobre a oportunidade, se este é o momento certo e como ela será levada ao mercado. “Ao invés de um plano de negócios, eu prefiro uma análise rápida sobre a oportunidade que está querendo explorar, ou seja, sobre o problema ou necessidade que se quer resolver. Respondendo a um conjunto de 10 perguntas pode-se ter mais informação para decidir se vale perseguir uma determinada oportunidade agora, ou se é melhor deixar para reavaliá-la no futuro”, disse.

:: Confira as perguntas e faça sua análise ::

1 – Qual problema vai resolver? (proposição de valor)
2 – Para quem esse problema será resolvido? (mercado alvo)
3 – Qual o tamanho dessa oportunidade? (tamanho do mercado)
4 – Quais alternativas existem? (cenário competitivo)
5 – Por que somos os mais qualificados para perseguir essa oportunidade? (nossa diferenciação)
6 – Por que agora? (janela de oportunidade)
7 – Como levaremos essa oportunidade ao mercado? (estratégia de lançamento)
8 – Como vamos medir o sucesso e ganhar dinheiro com esse produto? (métricas e receita)
9 – Que fatores são críticos para o sucesso? (requisitos essenciais)
10 – Dado o acima, qual a recomendação? (ir ou não ir)

Para Torres, a principal dica para quem pensa em começar uma startup é: lance seu produto o mais rápido possível. E aponta três motivos para isso. O primeiro é o que ele chama de momento da verdade. O empreendedor só vai aprender alguma coisa útil sobre o produto quando as pessoas estiverem usando. O segundo ponto é o perigo do excesso de funcionalidades. “Quanto mais funcionalidade um produto tiver, mais difícil é de entender esse produto”, pontua.

Já o terceiro motivo é: quanto mais tempo você demorar para lançar, mais tempo vai demorar para ter receita e, consequentemente, mais tempo demora para ter o retorno do dinheiro que investiu. Torres também cita uma frase do fundador do LinkedIn, Reid Hoffman: “se você não tem vergonha da primeira versão do seu produto, você demorou demais para lançar”.

 

http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,dez-perguntas-para-voce-se-questionar-antes-de-comecar-uma-startup,3386,0.htm

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Empreendedores opinam: É difícil ter e-commerce no Brasil?


Enviamos a alguns empreendedores uma série de questões sobre um modelo de negócio que é bem popular, mas tem poucos sobreviventes no longo prazo: o e-commerce. As margens são baixas e a máquina tem que funcionar como uma orquestra para que tudo corra bem.

Com vocês, as opiniões dos empreendedores (É dono de e-commerce e quer dar sua opinião também? O amanda@startupi.com.br está aberto a todos!):

Marcio Waldman, do PetLove

Quais barreiras você enxergou para a abertura de um e-commerce no Brasil?

Em 1999, eu tinha uma clinica veterinária e já conhecia a internet em outros países, e ficava vislumbrando os meus clientes comprando medicamentos e produtos sem ter que ir ate a clinica veterinária. Iniciamos o e-commerce e tivemos inúmeras barreiras como: baixa confiança da população em comprar com cartão de credito online, baixa confiança dos fornecedores de produtos veterinários no canal online, logística dos correios acostumada a pequenos volume como CD, DVDs, etc.

Por que você decidiu superar essas barreiras e abrir um e-commerce mesmo assim?

Porque tinha certeza que era uma questão de maturação de mercado, a população iria ver as vantagens de comprar online. Tinha certeza que iria construir algo benéfico para os meus clientes e para a população em geral.

Depois de aberta a empresa, quais são as principais dificuldades do setor?

Nos primeiros anos do e-commerce tínhamos dificuldades básicas como por exemplo os fornecedores não disponibilizavam imagens dos produtos e descrição dos mesmos. Nós mesmos que tínhamos que scanear folhetos ou fotografar e criar um descritivo para esses produtos. Tínhamos dificuldade em conseguir que os correios enviassem pacotes grandes de ração. Tínhamos dificuldade na logística reversa e no processo de troca.

Como vocês lidam com essas dificuldades?
Fomos tratando dificuldade por dificuldade, de forma individual e focada na resolução.

Vocês têm alguma dica para quem pretende tocar um e-commerce no país?
A minha dica é muito trabalho, determinação e foco na resolução de entraves.


Livia Abrarpour, cofundadora da Juv Acessórios

Quais barreiras você enxergou para a abertura de um e-commerce no Brasil?

Além de ter oportunidades no Brasil, é um pais com muitos desafios para qualquer startup. Existe a burocracia com o banco central quando a empresa vai receber investimento ou aporte, a demora de abrir uma conta em qualquer banco e receber um limite de crédito.

Por que você decidiu superar essas barreiras e abrir um e-commerce mesmo assim?

O mercado brasileiro ainda tem espaço para melhorar em muitos setores, bem como expandir e inovar em outros. Consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo e a internet ainda é um mundo de oportunidades para explorar e crescer.

Depois de aberta a empresa, quais são as principais dificuldades do setor?

Impostos na importação. Dependo de qual é a mercadoria, sua empresa pode pagar ate 98% do valor do produto entrando no país! Não é à toa, que tudo é muito caro aqui em comparação com os Estados Unidos. Principalmente no setor de moda. Custos altos de logística com certeza é outra barreira e as taxas de tributação que variam dependendo da cidade.

Como vocês lidam com essas dificuldades?

Em termos de produto, fomos atrás de fornecedores que acreditavam no potencial da Juv e que já trabalhavam com grandes marcas no mercado. Ou seja, tinham qualidade e capacidade de entregar. Apesar de não pedir grandes quantidades no início, gradualmente começamos a mostrar que tínhamos potencial e que se começássemos a fazer uma parceria agora com eles, eles iriam lucrar no futuro com a gente. Com isso, conseguimos negociar a exclusividade de produtos e fomos capazes de produzir nossas peças sem ter custos elevados.

Vocês têm alguma dica para quem pretende tocar um e-commerce no país?

Manter o foco, ter paciência, ler todos os contratos e as linhas entre eles. Acredite que onde há uma vontade há um caminho!


Mário Fernandes, CEO e Cofundador da Mobly

Quais barreiras a Mobly enxergou para a abertura de um e-commerce no Brasil?

Observamos basicamente três desafios: conquistar a confiança do consumidor em comprar algo sem experimentar e ver, conquistar a confiança do consumidor em fazer o pagamento online e observar a qualidade dos provedores de logística para garantir a entrega do produto no prazo.

Por que a Mobly decidiu superar essas barreiras e abrir um e-commerce mesmo assim?

Entendemos que havia muito espaço para abrir algo no mercado de móveis e artigos para casa. Há um ano e meio, quando surgiu a Mobly, não existia nenhuma loja online específica de móveis e artigos para casa no Brasil, era um mercado enorme e sem competição naquele momento. O Brasil viveu um boom de real estate nos últimos anos e este movimento costuma ser seguido por maiores vendas de móveis. O consumo do brasileiro tem aumentado significativamente, com a migração de uma fatia grande da população da classe D para C e C para B.

Embora a utilização de internet no Brasil ainda seja muito baixa, comparada com outros países desenvolvidos, mas tem crescido rapidamente e há uma forte tendência de aumento da adoção do e-commerce ao longo do tempo. O consumidor está cada vez mais acostumado a comprar pela internet e este hábito tem a tendência de continuar crescendo vigorosamente.

Depois de aberta a empresa, quais são as principais dificuldades do setor?

Destaco três: atrair gente boa para trabalhar em uma startup, os desafios da logística e os desafios de TI para montar um site fácil de navegar e comprar.

Como a Mobly lida com essas dificuldades?

Primeiro, quanto à confiança de comprar algo sem experimentar e ver, trabalhamos desde o início fortemente para que o site permita ao cliente a melhor experiência possível. Para isso, optamos por ter um site proprietário e equipe própria de TI, de forma que temos flexibilidade para definir nossas prioridades e funcionalidades que facilitem a navegação.

Quanto à logística, também optamos por não terceirizar a operação e desenvolver nossos próprios sistemas, para ter mais controle dos processos e conseguir responder mais rapidamente aos clientes. Em relação às pessoas, o Marcelo, Victor e eu (os três sócios), desde o começo sempre nos dedicamos muito em todos os processos que dizem respeito a gente. Gente boa atrai gente boa e, por isso, o fato de termos trazido pessoas com altíssimo potencial e altamente comprometidas bem no começo permitiu a Mobly dar o segundo, terceiro e demais passos.

A Mobly tem alguma dica para quem pretende tocar um e-commerce no país?

O maior investimento é cercar-se de gente boa desde o dia zero. É fundamental pensar que a internet é o canal de vendas da loja, mas muitos dos aspectos são idênticos a qualquer outra loja física. Por isso, nunca perder o foco no cliente, no produto e na entrega.


Alykhan Karim, CEO do Sonoma

Quais barreiras você enxergou para a abertura de um e-commerce no Brasil?

As barreiras são muitas. Sendo um estrangeiro, o processo fica complexo. Tem que achar um sócio brasileiro para estar no contrato social da empresa e confia-lo como administrador. Os custos podem custar entre entre R$ 4 mil e R$ 10 mil, dependendo na contador, despachante e escritório de advocacia usado. O Sonoma demorou um mês para receber autorização de funcionamento, mas para outras empresas de e-commerce (inclusive alguns dos maiores sucessos dos últimos 18 meses) o processo de abertura demorou até 5 meses.

Uma outra questão é a residência permanente no país, o qual só pode ser conseguido (por estrangeiros) com um investimento de R$150mil reais que vem de fora pra dentro. O custo da obtenção deste visto é de R$ 4mil e R$10 mil e também demora, em média, três meses, requerendo uma volta ao país de origem para obtê-lo. Além disso, por ser um mercado extremamente competitivo, a contratação de pessoal com experiência é um processo demorado.

Por que você decidiu superar essas barreiras e abrir um e-commerce mesmo assim?

Por 3 motivos: crescimento do setor, falta de sites/ofertas interessantes em vários verticais que já deram certo fora, crescimento no mercado particular da nossa empresa (vinho).

Depois de aberta a empresa, quais são as principais dificuldades do setor?

O imposto é a principal dificuldade. É uma barreira para oferecer preços competitivos, ajudar com o custo de frete, oferecer embalagens seguros e tomar conta de overestoque eventual gerado por erros no transporte ao mesmo tempo de pagar impostos altos interestaduais – dificulta muito também o processo de abastecimento de produtos.

Vocês têm alguma dica para quem pretende tocar um e-commerce no país?

Sim. É preciso pensar com cuidado e tentar criar uma marca. Os maiores verticais já tem “superstores” e já não da mais para concorrer em relação a preço com eles. Se você consegue fazer uma coisa diferenciada e atrair pessoas a um estilo ou uma coisa própria que não pode ser copiado, diferenciado, vai ter sucesso.

 

http://startups.ig.com.br/2013/empreendedores-opinam-e-dificil-ter-e-commerce-no-brasil/

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7 regras do Vale do Silício que nossas startups podem copiar


São Paulo – Investidores, empreendedores e boas ideias. O Vale do Silício, nos Estados Unidos, ficou conhecido por reunir em um mesmo local as condições ideias para que startups e inovadores pudessem se desenvolver. Com características muito particulares, não é simples reproduzir em outros cantos do mundo o mesmo ambiente. Mas, com apoio, é possível estabelecer ambientes favoráveis para o desenvolvimento de novos negócios.

Camila Farani, diretora da Gávea Angels e co-fundadora da Lab 22, tem investimento em startups no Brasil e no Vale e acredita que isso ajuda a entender como melhorar o mercado nacional. “Isso acaba dando uma riqueza muito grande e a gente consegue entender onde está o berço desse sistema, consegue fazer um cruzamento com nossos empreendedores”, indica.

Para Cassio Spina, investidor-anjo e fundador da Anjos do Brasil, a união de agentes importantes possibilitam tanta inovação e empreendedorismo. “O Vale do Silício é um ambiente hoje muito consolidado. Tem todos os agentes importantes muito conectados e bem desenvolvidos: o ambiente universitário de pesquisa, empresas de tecnologia de ponta que ajudam o potencial empreendedor a ter experiência profissional e o ambiente de investimento”, explica. 

Veja quais regras vigoram no Vale do Silício que poderiam ser seguidas também no Brasil para ter um ambiente melhor para startups.

1. Entenda o empreendedorismo

Uma cultura empreendedora não nasce da noite para o dia, mas pode ir sendo desenvolvida aos poucos. “O americano estuda empreendedorismo nas bases, é um movimento de início. Isso gera alguma deficiência e atraso aos nossos empreendedores”, explica Camila.

Buscar capacitação, pesquisar e mapear o mercado são formas de se manter em contato com o empreendedorismo.

2. Busque oportunidades

O empreendedor do Vale está o tempo inteiro fazendo mapeamentos, entendendo onde pode melhorar e onde estão as grandes oportunidades. Esse é um fluxo contínuo, segundo Camila. “Eles estão sempre tentando entender onde eles teriam uma vantagem competitiva. Aqui, somos muito mais estimulados em copiar, adaptar, e não entender qual a vantagem competitiva. Diferenciação é tudo no negócio”, diz a investidora.

3. Valide sua ideia

Uma ideia não vale nada se não se provar útil e vantajosa para o seu público. “O que a gente vê lá é que o empreendedor tem um trabalho prévio antes de levar o projeto para o investidor ou para o mercado. É um trabalho de preparação do seu projeto”, indica Spina.

Esse processo não é apenas de planejamento, mas também de validação de suas hipóteses. “Eles têm muita validação perante o público potencial, vão atrás, conversam com muitos que atuam nesse mercado ou com clientes potenciais pata ter uma visão muito claro do que o mercado quer”, indica.

4. Não fuja de metas claras

Não é preciso ter metas para os próximos cinco anos, mas pelo menos um ano de objetivos bem definidos pode ser útil. “Pela cultura que ele vive, pela organização, o empreendedor tem metas muito claras. No mercado brasileiro, ele se perde nas metas. Quando está atribulado com vários outros assuntos e funções ele acaba se perdendo da parte estratégica”, diz Camila.

Focar naquilo que realmente é prioridade é essencial. Se não conseguir se dividir entre operação e estratégia, vale a pena ter alguém para equilibrar esta equação.

5. Tenha mentores

Prática muito comum lá fora, poucos brasileiros buscam mentores para suas startups. “Uma coisa muito comum quando vai começar, além de definir os cofundadores, é buscar mentores para o negócio que sejam complementares ao seu próprio conhecimento”, indica Spina. Vale procurar um ex-chefe, um colega ou mesmo um executivo mais experiente que esteja disposto a participar do projeto.

6. Seja dinâmico

Estar pronto para reagir em situações adversas depende de flexibilidade. “Em um mercado dinâmico, como o de tecnologia, seu negócio pode parecer sustentável hoje e ser obsoleto no outro dia. Os empresários do Vale se tornam flexíveis”, diz Camila. Para isso, ela explica que é preciso aceitar o ‘não’, interagir com as pessoas e criar um ambiente de trabalho onde as ideias vão ser sempre bem vindas.

7. Aprenda a conviver com o fracasso

Nos Estados Unidos, o fracasso em um projeto pode ser visto com bons olhos, como um sinal de experiência e aprendizado. No Brasil, os empreendedores ainda não convivem bem com isso. “O erro não te define, ele vai te refinar. O medo do fracasso não pode te impedir de tentar algo novo. Se as coisas não funcionarem, adapta, recarrega e tenta novamente”, define Camila.

 

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/2013/08/7-regras-do-vale-do-silicio-que-nossas-startups-podem-copiar.shtml?utm_source=redesabril_info&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_info

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Venture Fórum BH: Empresas buscaram investimentos de até R$ 45 milhões


A cidade de Belo Horizonte recebeu, na última quarta-feira, uma edição do Venture Forum da Abvcap, onde alguns empresários puderam apresentar suas ideias para investidores. Segundo comunicado divulgado pela organização, eles tiveram dez minutos para fazer sua apresentação e buscavam arrecadar até R$ 45 milhões.

Nove empresas tiveram esse tempo para se apresentar e nenhuma delas é exatamente uma startup, porém achei legal divulgar aqui, já que podemos apresentar a perspectiva de quem já passou do estágio de seed e está em busca de um financiamento mais encorpado.

 

Veja na integra: http://startups.ig.com.br/2013/venture-forum-bh-empresas-buscaram-investimentos-de-ate-r-45-milhoes/

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Emprego vira ‘ciência’ e negócio para startups


Empresas criam testes e utilizam dados disponíveis na internet para encontrar candidato perfeito a uma vaga em uma empresa

SÃO PAULO – Eliminada de processos seletivos na área de recursos humanos por ser formada em jornalismo, Anamaíra Spaggiari, de 24 anos, aceitou a sugestão de um amigo para testar um tipo diferente de recrutamento, a partir de um teste online.

Conexão. Eduardo (E), Bárbara e Diego, da 99jobs, usam teste para encontrar a vaga ideal. FOTO: Clayton de Souza/Estadão

O algoritmo criado pela startup brasileira 99jobs promete colocar jovens de 18 a 24 anos em contato com vagas e empresas com alto grau de compatibilidade com seus objetivos. A seleção é feita com base nas respostas de um questionário virtual. Anamaíra se candidatou para uma vaga de analista de negócios na Fundação Estudar, que segundo o site tinha mais de 90% de compatibilidade com seu perfil. Em dez dias estava contratada. “Foi um processo que considerou minha experiência e não a formação”, diz.

Na 99jobs o currículo está fora do processo inicial de seleção. “Não nos importamos com o curso que a pessoa fez e se ela é comunicativa ou introspectiva. Consideramos com que tipo de trabalho, pessoa e ambiente aquele candidato quer se conectar”, diz Bárbara Teles, gerente de relacionamento da startup.

Softwares como esse são pouco conhecidos no Brasil, mas estão ganhando força nos Estados Unidos, onde o uso deles já ganhou um nome: workforce science (algo como a ciência da força de trabalho).

Trata-se do uso da tecnologia de análise de dados, conhecida como Big Data, para aprimorar os processos de recursos humanos. Com a tecnologia é possível correlacionar dados de um candidato com base em diversas fontes – um teste online, informações armazenadas online ou no computador do trabalho. A análise ajuda a entender como a pessoa se comunica, que tipo de desafio prefere e quais empresas têm mais o seu perfil.

Para se ter ideia do potencial de mercado, o site eHarmony – popular serviço dos EUA para encontrar casais compatíveis – está atualizando o algoritmo do seu teste de compatibilidade amorosa para lançar uma versão para o mercado de trabalho.

A mesma tecnologia também pode ser usada para fazer as empresas chegarem ao candidato ideal – algo especialmente interessante em países com baixos índices de desemprego. “Quem está feliz no trabalho não vai olhar sites de vagas. Com as redes sociais, conseguimos fazer as empresas chegarem aos candidatos passivos, que hoje são 80% da nossa base, a partir de filtros de características”, diz Milton Beck, diretor de vendas do LinkedIn.

Criada em 2007, a Evolv é uma das empresas que estão popularizando a workforce science nos EUA. “Da mesma forma que o Google diz a uma pessoa o que comprar, nós dizemos quem contratar, como o empregado vai atuar e quando vai sair”, diz o cofundador e vice-presidente Jim Meyerle.

A startup, que recebeu US$ 42 milhões em investimento, desenvolveu um sistema para reunir e analisar dados de funcionários de áreas variadas ao longo da carreira – desde a contratação até a demissão. Assim, ela define os fatores que aumentam as chances de sucesso na contratação.

Em um trabalho para a Xerox, a Evolv descobriu que a capacidade criativa, e não a experiência na área, aumenta a chance de um candidato permanecer por mais tempo no emprego.

A Gild, outra startup norte-americana, criou um software para avaliar programadores com base nos trabalhos publicados por eles na internet. Isso fez com que candidatos, antes eliminados de processos seletivos, fossem contratados pelas empresas certas. “Muitos profissionais estão interessados em entrar na indústria de tecnologia e aprender novas habilidades fora da sua formação. Nós usamos a Big Data para descobrir novos talentos”, diz Michael Stapleton, vice-presidente de marketing da Gild.

 

http://blogs.estadao.com.br/link/emprego-vira-ciencia-e-negocio-para-startups/

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